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Dormir bem pode ajudar no combate à Covid-19? Entenda

A qualidade do sono interfere diretamente no sistema imunológico, fundamental para prevenção de doenças.

VIVER BEM - DICAS DE SAÚDE

VIVER BEM - DICAS DE SAÚDEImportantes dicas de saúde para você viver bem!

16/06/2020 08h55
Por: Lameck Valentim
Fonte: Metrópoles

Assim como manter-se hidratado, evitar aglomerações e lavar as mãos frequentemente, ter qualidade no sono também é uma forma de combater o novo coronavírus. Dormir bem fortalece o sistema imunológico, essencial para prevenir a doença.

 De acordo com o médico do sono e neurologista da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Lúcio Huebra, “é durante o sono que boa parte das funções do corpo se recupera”. “É preciso uma boa qualidade do sono para que as células de defesa sejam restauradas e, dessa forma, garantam a produção de anticorpos para as diversas infecções de maneira adequada”, disse o neurologista em entrevista à Agência Brasil.

 Dormir mal ou em períodos curtos causa prejuízos a imunidade do organismo, pois libera em maior escala o hormônio cortisol, que tem efeito imunomodulador e reduz as defesas do corpo. O hormônio é liberado em situações de estresse contínuo.

 É importante lembrar que cada pessoa precisa de uma quantidade mínima de horas de sono diferente. Os números são médias populacionais, então pode ser que certas pessoas precisem de mais ou menos tempo. O importante é estar sempre revigorado no dia seguinte”, enfatiza Lucio Huebra.

As consequências das noites mal dormidas ocorrem em curto e longo prazo, dependendo da frequência. No dia seguinte à restrição de sono, é comum sentir-se fadigado e sonolento, com maior irritabilidade e desatenção. Além disso, dormir mal pode atrapalhar a produtividade, causando dificuldade de memorização, dor de cabeça, tontura e acidentes.

 Acidentes

 No ano passado, uma pesquisa brasileira revelou que sonolência é a causa de cerca de 42% dos acidentes de trânsito. O estudo é da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET) em parceria com a Academia Brasileira de Neurologia e o Conselho Regional de Medicina.

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