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Infectologista reforça importância de não aglomerar no feriado de Carnaval: “o vírus continua circulando”

A infectologista sugere que as pessoas curtam os dias de carnaval em casa

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12/02/2021 16h56
Por: Lameck Valentim

Samba, frevo, axé. Fantasias, confetes, serpentinas e muita folia. Estes costumam ser os ingredientes que colorem os quatro cantos do Brasil durante o carnaval, uma das festividades mais esperadas do ano. Mas, em 2021, descer as ladeiras de Olinda, viajar para as cidades do interior, acompanhar escolas de samba no Rio de Janeiro e pular atrás do trio elétrico em Salvador precisa ficar para outro momento, devido à pandemia do novo coronavírus.

 Apesar de diversos municípios brasileiros já terem anunciado que não haverá ponto facultativo para evitar as aglomerações, a diretora corporativa de infectologia do Sistema Hapvida, a médica Silvia Fonseca, reforça a necessidade de não aglomerar durante o carnaval. “O vírus continua circulando. Ele não cansou da gente, não infectou todo mundo que quer infectar. Precisamos ser mais espertos do que ele e não permitir que seja transmitido”, declara.

 A infectologista sugere que as pessoas curtam os dias de carnaval em casa e quando precisar sair de casa nesses dias para cumprir algo essencial, a orientação é de seguir usando a máscara, lembrando de cobrir nariz e boca, além do uso de álcool em gel. “Nosso grito de carnaval este ano tem que ser o ‘xô corona’, ficando em casa e não aglomerando”, enfatiza Silvia Fonseca.

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