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Covid: Piauí zera fila de espera por leitos de UTI e secretário alerta para medidas

O secretário de Saúde avalia também que a situação é consequência de medidas restritivas de circulação de pessoas adotadas pelo Governo do Piauí.

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05/05/2021 16h32
Por: Lameck Valentim

Pela primeira vez, a fila de espera por um leito de UTI zerou no Piauí. O dado é uma análise de pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)- Piauí e reflete a situação desta quarta-feira (05). No estado, mais de 200 pacientes chegaram a aguardar por internação este ano durante a segunda onda da doença. 

O secretário estadual de Saúde, Florentino Neto, avalia a queda na fila de espera como reflexo de investimentos que aumentaram a capacidade de atendimento. 

Nessa segunda onda, temos mais leitos à disposição do serviço de assistência ao paciente com covid, do que na primeira onda, mas tivemos um número maior de casos, o que acabou gerando uma fila de até 200 pessoas. Foi um esforço muito grande, principalmente, dos profissionais de saúde da central de regulação trabalhando 24 horas buscando, o mais rápido possível, encontrar um leito para aquele paciente que necessitava”, destaca o secretário. 

Florentino Neto ressalta que a situação é positiva, mas alerta que os leitos permanecem lotados e população precisa manter as medidas preventivas. 

Na primeira onda não chegamos a ter fila. Na segunda onda houve elevação da ocupação hospitalar, isto gerou a fila. Agora zeramos. A vacina é importantíssima e não é porque você tomou a vacina que não vai tomar as medidas preventivas. Temos que estar conscientes. Não vencemos a guerra ainda! Vencemos algumas batalhas e a guerra só será vencida quando tivermos a imunização do nosso povo”, reitera. 

O secretário de Saúde avalia também que a situação é consequência de medidas restritivas de circulação de pessoas adotadas pelo Governo do Piauí. 

“Começamos a ter uma trajetória decrescente em relação ao número de óbitos, com a fila zerada e esperamos também a redução da taxa de transmissibilidade para que a gente tenha um número menor de casos a cada dia”, acrescenta Neto. 

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